Mr. Remi Gaillard

Posted by Lima Filho | Posted in Notícia | Posted on 22-11-2009

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No melhor sentido “Sem noção”, esse francês faz um humor meio parecido com o pessoal do Jackass. A versão americana era “sem noção” ao extremo, mas com eles mesmos. Ver até quando eles se fud%#¨@. Agora Remi, faz videos engraçadíssimos brincando com outras pessoas, de uma maneira bem sutil e bem feita.

Nesse vídeo, ele brinca de colocar a bola onde quer.

A parte mais engraçada está no fim, quando ele dá um bicudo numa bicicleta, ehehhehe. E a última, quando ele chuta uma bola dentro de um carro da polícia. Fazer isso com polícia francesa é moleza, agora eu queria ver ele fazer isso dentro da Hilux do COTAM :)

França? Não tão bela assim… – O Titre de Séjour

Posted by Fernando Lemos | Posted in Notícia | Posted on 20-11-2009

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FFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!

A França sempre povoou os nossos sonhos mais românticos. Quem é que não sonha em ver de perto a Torre Eiffel, o Louvre, a Notre Dame?

Ok, vamos acabar com a palhaçada aqui. Pra quem é turista, Paris é realmente um sonho e eu já vivi esse sonho (olhando pro alto, uma lágrima caindo do olho esquerdo). Mas pra quem vem morar aqui, a coisa não é tão linda assim (enxuga a lágrima ríspidamente e olha a câmera com ar de vingança). Ao invés de contar o lado bom da vida à la française, o qual de fato existe, eu prefiro me concentrar no lado negro da força. Sempre que possível, vou postar alguma coisa sobre esse assunto aqui. Para os que se interessam por la vie en rose, eu deixo o link de um site muito bom que eu sempre estou lendo: www.conexaoparis.com.br.

Quem acompanha o podcast sabe que eu estou na França fazendo doutorado. Para um estudante estrangeiro residir no país é necessário ter o Titre de Séjour, que seria +- o nosso CPF ou RG. Pra ter esse documento, o sujeito precisa ir à Prefecture da sua cidade e entregar um dossiê com comprovante de residência, comprovante de renda, comprovante de matrícula em uma instituição de ensino, dentre outros. Aí começa a putaria. Para entregar esse dossiê você precisa enfrentar uma maratona composta de várias etapas:

Etapa 1: 400 metros de espera

Primeiro, o sujeito precisa enfrentar uma certa fila para conseguir o famoso rendez-vous (RDV), que nada mais é que um nome abaitolado para um encontro com horário marcado. Nesse momento, a pessoa da prefeitura vai ver um dia pra você vir com os seus documentos e apresentá-los à um agente. Em média, esse dia pode ser dali a 15 dias ou a 3 meses (!!!). Isso só pra você ir deixar o dossiê.

Suponhamos que o sujeito teve a sorte grande e conseguiu marcar o RDV dele, o que nunca é certo. Vamos então para a segunda etapa.

Etapa 2: 4×100 metros de espera com barreiras

Chegou o dia do RDV! Você preparou os papéis como eles te disseram pra fazer. Você então chega na prefeitura, pega outra fila de leve pra ver qual será a sua ordem de atendimento e espera… espera… espera… minha média é de 3-4 horas. Aí te chamam, você vai mostrando todos os documentos até que:

Agente da prefeitura: Cadê o documento tal?

Você: Que documento?

AP: Esse assim assim assim.

Você: Mas não tem nada escrito pedindo esse documento…

AP: Ahhh, mas tem que ter… e tals e tals e tals (professora do menino maluquinho MODE ON)

Ok, você diz q não tem os documentos e que irá providenciá-los e aí o agente marca outro RDV. Você se vira pra arrumar os outros documentos e vai no outro dia que ele marcou pra você… e a cena se repete (várias vezes, juro!).

Suponha que você conseguiu todos os documentos necessários mais os documentos que o agente inventou de última hora (é uma suposição forte essa). Daí o agente te entrega o ainda mais famoso récépissé, o qual é mais outro nome abaitolado para um documento que vale por 3 meses e que diz que você entregou o seu dossiê. Segue a terceira etapa.

Etapa 3: 3000 metros de marcha atlética

Agora o sujeito tem que esperar até receber uma correspondência dizendo que ele pode ir  buscar o seu titre de séjour. Mas e se essa correspondência não chega e o seu récépissé vence? Nesse caso, segue outra etapa:

Etapa 4: Salto em distância sem impulsão

O sujeito novamente tem que ir à prefeitura pedir a renovação do seu récépissé (meu c*). E para isso ele faz mais uns 400 metros de espera até chegar na atendente que diz: Venha outro dia, acabaram-se os tickets para renovação de récépissé. E você gentilmente pergunta: E a que horas eu devo chegar aqui (nesta p*rra de prefeitura) para conseguir um ticket? E ela: Ah, não sei. Tem gente que chega na fila às 4hs da manhã (!!!!!!!!!). Você: FFFFFFFFFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!!!!

Suponha que você seja um FDP sortudo e consiga obter seu tão esperado titre de séjour. E então? Bem, nesse caso, a prefeitura te vê no ano que vem, porque o titre de séjour só vale por um ano, gatinho(a)!

Essa foi a minha experiência com a prefeitura pra conseguir o titre de séjour. Isso pode variar muito dependendo da região que você mora. Umas prefeituras são mais fáceis que as outras, uns agentes são melhores comidos que outros, mas todos os meus colegas da universidade sempre tem um causo absurdo pra contar nesse sentido.

As 5 mais da prefeitura:

1. Os funcionários da prefeitura inventam suas próprias regras e  não conhecem nenhum procedimento em detalhe.

2. Os funcionários da prefeitura são mal-educados e não gostam de trabalhar.

3. Os funcionários da prefeitura estão pouco se lixando pro seu problema, afinal, ele é só seu.

4. É fácil enganar um funcionário da prefeitura, basta ter convicção.

5. Chuck Norris dá funcionários da prefeitura pros seus cachorros comerem. Os cachorros sempre morrerem pouco tempo depois.

Esporte da época dos dinossauros

Posted by Lima Filho | Posted in Notícia | Posted on 20-11-2009

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Bem amigos do Papo de 2, voltamos agora em definitivo….ehhehehe. Ê Galvão Bueno!!!

Só um ganchinho pra falar de futebol. Logo eu, que “adoro”. Aliás, eu acho uma babaquice, quando vejo aquele povo sofrendo, literalmente morrendo, por um bando de zé, que não estão nem aí pro povo que está chorando nas arquibancadas. O pessoal faz literalmente absurdos por esses jogadores de futebol. Acho tão engraçado, quando falam que fulaninho morreu em briga de torcida, dizendo que um “inocente” morreu. Desculpa, na boa, quem é cidadão e inocente não vai estar ali naquele meio.

Mas não vamos fugir ao assunto. Focar no título do post.

E é realmente um esporte de dinossauros. Ou pelo menos as regras são. Por que depois de ver uma partida de Rugby, você tem a nítida noção que futebol é esporte de moça e criança.

Mas e as regras? Impressionante como o tempo passa, a uva-passa, as coisas evoluem (ou não), os outros esportes evoluem e o futebol continua com o mesmo conjunto de regras da época que foi inventado. Mas o que nós podemos esperar de regras feitas por dinossauros?

No tênis, em torneios do Gran Slam, temos o “Desafio”. Um sistema de câmeras, ultra high-tech, que enchergam a bolinha com uma qualidade absurda, dizem se ela foi dentro ou foi fora. Viu-se que, mesmo com 11 olhos (1 juiz de cadeira e mais 10 juizes de linha), a bolinha passa muito rápido, muitas vezes acima dos 200km/h, não é suficiente. Pra não ficar a dúvida em cada jogada, ficar parando a todo momento, cada jogador tem o direito de 3 “desafios” errados por set, ou seja, se ele pedir o desafio e errar, ele perde. No caso, de pedir o “desafio” e acertar, você não perde aquele direito. Você só vai pedir o “desafio” quando ter uma certeza que vai ganhar. Nem sempre acontece, mas evita isso, ficar parando a toda hora.

Outros esportes, talvez não usem a mesma tecnologia, mas tem uma quantidade bem maior de juizes pela quantidade de jogadores envolvidos e o tamanho do campo utilizado. No vôlei, temos 2 juizes (um em cima e outro embaixo, cada um de um lado da rede) e mais 4 bandeirinhas, pra uma quadra de 9×18 e apenas 6 jogadores.

Agora, no cenozoico futebol, podemos ter campos para jogos internacional de 110x75m, com 1 maluco de juiz (sem mãe, só pode), 2 bandeirinhas (provavelmente sem mãe também). Querem que ele veja tudo e não erre. É de lascar. E não fazem nada, absolutamente nada, para melhorar as condições de trabalho dos juizes e bandeirinhas.

Pra mim, qualquer alegação de não uso da tecnologia no futebol é burra e retrógada. As que mais ouço são:

1) “Tira a graça do futebol”. Então a graça é ter maracutaia, roubo, erro? Imagine, você, no dia-a-dia, sofrer uma injustiça descarada, não é ruim? Por que no futebol vai ser diferente? Você é jogador, está lá lutando o ano todo, vai ganhar um título e ai, por um erro do “infeliz” do juiz, coloca tudo a perder? E não querer fazer nada que melhore isso? Fala sério neh.

2) “Não dá para colocar tecnologia em todo o jogo”. E por acaso, qualquer joguinho de tênis tem o “Desafio”? Caramba, em todo jogo de Série A e Série B, tem televisão com 1000 câmeras. Ou que faça em torneios Internacionais de seleção e clubes.

3) “Vai deixar o jogo muito parado”. Muito mais parado já é. Quando tem qualquer lance duvidoso, lá vai aquele bando de marmanjo ficar se roçando no juiz pra que ele mude de idéia. Vem cá, alguém já viu algum juiz voltar um penalti? Faz que nem o tênis, estipula uma quantidade de “desafios” também.

Além dessa repulsa ao uso da tecnologia, onde todo mundo tem acesso, mas a quem interessa mesmo, que é o juiz, não tem acesso, certas regras do futebol dão nos nervos, num é verdade? Pra que 45min em cada tempo, onde realmente são jogados uns 30min? Querem enganar a quem? Faz um tempo parado que nem o futebol de salão ou de areia. Evita aquela enrolação toda e teatro que fazem quando sofrem uma falta. Quando tem substituição, o cara sai desfilando pra ganhar tempo, aff…

Faltas. O cara pode passar o jogo inteiro fazendo falta, se não for violenta, ou como o Arnaldo Cesar Coelho enche a boca pra falar, “com força desproporcional”, tudo beleza para o infrator. Nem ele, nem o time que é faltoso, é penalizado. No basquete, tem a falta coletiva e individual. Quem faz falta demais, o time adversário fica com direitos de lance livre. Então você evita ser faltoso, por que ai, o time adversário tem a todo momento chance de converter o lance livre.

Nem a tal bola com chip, a FIFA autoriza.

O texto está longo e vou parando por aqui. Mas vocês viram neh? Tudo no futebol induz ao erro, à dúvida e dá margem à maracutaia, corrupção, trambicagem.

Pois é, quem fanático por futebol, só tenho uma coisa a dizer: LAMENTO :)

Sirene – Ep06

Posted by Administrator | Posted in Podcast | Posted on 07-11-2009

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A ordem é cachaça e som alto! Com a baixa do dólar, o brasileiro tá fazendo a farra do boi. O episódio 6 do Sirene vai te explicar em 10 min o principal pra esbanjar a moeda tupiniquim nos EUA!

Vídeos de como criar uma conta no PayPal

A ignorância é benéfica

Posted by Lima Filho | Posted in Notícia | Posted on 05-11-2009

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O título é curioso, mas garanto, certos momentos é benéfica sim. E melhor, menos dispendiosa.

Lembro-me bem da minha adolecência, lá pelo cenozoico ano de 93, por ai, quando vi a primeira vez um computador, e me espantei ao ver paciência e campo minado. Pra mim computador só servia pra isso mesmo, ehehehhe. Cheguei em casa e fiquei pensando do que eu precisava pra ter um computador. E minha resposta foi: monitor, cpu, teclado e mouse. Olhaí que coisa maravilhosa, simplista. Hoje perco semanas escolhendo um mouse. E acabo sempre comprando o mais caro, ehehhe.

Tv’s se resumiam a 2 coisas, o tamanho e o quanto você podia pagar. Depois veio as plasmas, que pobres mortais não poderiam comprar, só quem tinha pregos feitos de ouro pra por uma tv de R$40.000 na parede. Mas ai quando o negócio popularizou mais um pouco, vieram as LCD’s. E as de tubo, que reinaram por tanto tempo, foram postas de lado. Então você tinha que decidir entre LCD e Plasma. Já se configurava essa briga. E você ficava maluco olhando nos fóruns, cada um puxando a brasa pra sua sardinha. Mas até então, era meio uma substituição de tv’s de tubo para tv’s de lcd. E ai nós geek’s, vamos aprendendo mais, e dizer que quer uma tv de lcd de 32″ não é tão interessante. Precisamos saber da resolução, quantidade de entradas, tipos de entrada, contraste, por ai vai. As mais novas já são por LED, ou pelo menos dizem que são. Só pra deixar a gente mais doido ainda, com uma quantidade enorme de modelos.

E na fotografia? Faz uns dois anos que comecei nessa. Meu irmão comprou uma DSLR (que são as câmeras digitais que você troca de lente), um amigo meu também, e eu que já fazia uns anos que tinha uma compacta da Canon, achei que fosse a hora de pegar uma câmera mais potente. Meu irmão tinha comprado uma Nikon, então resolvi ir pelo mesmo caminho. Nas compactas, ou no mundo da fotografia point-n-shoot, no melhor do português, apontar e atirar, apesar de também uma quantidade de modelos quase sem fim, você escolhe basicamente (nem todos) pelo tamanho e o preço. Agora, se você estiver afim de começar com uma SLR, esteja preparado para um mundo realmente sem fim, modelo, siglas, tamanhos, etc. Estava falando com uma amiga minha, do ramo, e dissemos: “não falta o que comprar”. E é mesmo. Só pra sugar mais a gente, heheheh. Resolvi pela Nikon como falei, por que meu irmão já tinha uma também e a gente poderia trocar lentes, se fosse preciso. Essa é a primeira diferença, uma lente para uma câmera Nikon não serve para uma câmera Canon. Ou seja, quando você escolhe por uma marca, é que nem time de futebol, você não sai mudando. Se escolheu Nikon, provavelmente será pra vida inteira. E as lentes?! Você vai aprendendo mais, conhendo mais, e descobre que cada lente serve para um propósito. Você acaba praticamente com um arsenal bélico. E o que tudo isso significa? Cifras, muuuita cifras!!!

Viram…se você gostar de uma coisa, vai conhecer mais, então prepare o bolso :)

PS: brincadeiras a parte, não há nada melhor que você gastar e se aprofundar no que gosta. Conhecimento é bom sim e quanto mais melhor.